segunda-feira, 15 de abril de 2019

Vejam nossos Treinamentos em Gestão de Serviços, Manutenção e de Empresas - GRADE de 2019

Plano Num OS Título do Treinamento Carga Horária
00640 P11087 TREINAMENTO. PRESENCIAL EM RELATÓRIOS E INDICADORES/KPI´s GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.    24:00
00010 P11269 TREINAMENTO PRESENCIAL NO SOFTWARE SGServ.    24:00
00822 P08371 TREINAMENTO EM GESTÃO DE COMPLEXOS PREDIAIS - MANUTENÇÃO E FACILITIES.     24:00
00490 P07106 TREINAMENTO A DISTÂNCIA NA ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO PARA EXECUTANTES NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS     8:00
00617 P11588 TREINAMENTO PRESENCIAL OU A DISTÂNCIA EM PDM - PADRONIZAÇÃO DEDESCRIÇÃO DE  MATERIAIS    16:00
00638 P10843 TREINAMENTO  PRESENCIAL EM PPCMS - PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO, CONTROLE DE MANUTENÇÃO E SERVIÇOS    16:00
00639 P10844 TREINAMENTO PRESENCIAL  EM PRESTAÇÃO SERVIÇOS/MANUTENÇÃO COM CONFIABILIDADE (MCC/SCC)    24:00
00944 P11363 TREINAMENTO PRESENCIAL EM GERENCIAMENTO RISCOS COM ENFOQUE NAS TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS    16:00
00799 P10834 TREINAMENTO PRESENCIAL NA ABNT NBR-ISO 55.000, 55.001 E 55.002    24:00
00953 P11362 TREINAMENTO PRESENCIAL EM INVENTÁRIO DE MATERIAIS E ORGANIZAÇÃO DE ALMOXARIFADOS     8:00
00494 P07200 TREINAMENTO A DISTÂNCIA  TÉCNICAS PARA OTIMIZAR A GESTÃO DE ESTOQUES NAS INDÚSTRIAS     4:00
00232 P07514 TREINAMENTO PRESENCIAL EM ARMAZENAGEM DE MATERIAIS - PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO, CADASTRO E PRESERVAÇÃO DE MATERIAIS    16:00
00226 P11538 TREINAMENTO PRESENCIAL EM MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL (WCM) AUDITORIA    16:00
00979 P11219 TREINAMENTO PRESENCIAL EM GESTÃO DE FACILITIES     4:00
00323 P07108 TREINAMENTO A DISTÂNCIA EM MEDIÇÃO DE IMPRODUTIVIDADE DE PESSOAL NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS     4:00
00643 P10811 TREINAMENTO PRESENCIAL EM GESTÃO DE MANUTENÇÃO    24:00
00504 P11539 TREINAMENTO PRESENCIAL NA NORMA REGULAMENTADORA - NR 13    16:00
01040 P11478 TREINAMENTO WORKSHOP PRESENCIAL DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO    24:00
00641 P10841 TREINAMENTO  PRESENCIAL EM GESTÃO DE ORÇAMENTOS, RECEITAS/CUSTOS/LUCRO    24:00
00642 P10810 TREINAMENTO PRESENCIAL EM GESTÃO DE ESTOQUE E COMPRAS DE MATERIAIS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS    24:00
00855 P11360 TREINAMENTO PRESENCIAL EM GESTÃO DE SERVIÇOS - SLA/ANS = ACORDO DE NÍVEL SERVIÇOS     4:00
00415 P07136 TREINAMENTO PRESENCIAL EM GESTÃO DE CONTRATOS E COMPRAS    16:00
00941 P11582 TREINAMENTO PRESENCIAL EM ELABORAÇÃO E CONTROLE DE PLANOS DE MANUTENÇÃO, OPERAÇÃO DE AMBIENTES COM CONDICIONAMENTO DE AR - PMOC.     8:00
00946 P11066 TREINAMENTO PRESENCIAL EM ESTRATÉGICA E NOVAS TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO    16:00
00976 P11369 TREINAMENTO  EAD EM PPCMS - PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE - RESUMIDO    12:00
00951 P11370 TREINAMENTO  PRESENCIAL EM GERENCIAMENTO MATRICIAL DE DESPESAS     8:00
00270 P07121 TREINAMENTO PRESENCIAL NA METODOLOGIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE NR-10    16:00
00884 P11275 TREINAMENTO PRESENCIAL - BIM - MODELAGEM DE INFORMAÇÃO DA CONSTRUÇÃO    24:00

Mantenham contato com a SGServ Treinamentos    (21) 98104 1906 ou treinamento@sgserv.com.br ou no Site www.sgserv.com.br na Opção Contatos.

Nosso Canal SGServ no YouTube

Nosso Canal SGServ no YouTube você poderá usufruir de diversas Vídeos Aulas incluindo os Conceitos e Novos Conhecimentos sobre Gestão de Ativos, Manutenção, Serviços, Materiais e Principalmente Engenharia de Manutenção.


Acompanhem as Aulas, curtam os Vídeos e se Increvam no Canal SGServ do YouTube.

Boas aulas. Um grande abraço.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Desejamos a todos que acompanham e seguem nosso Blog um Feliz Ano Novo de 2016 com muita saúde e paz. O resto vem com isso.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Artigo 038 - Medição de Improdutividade pelo Método de Observações Instantâneas

Uma das melhores formas de medir a improdutividade de pessoal realizando serviços é através de medições de observações instantâneas de sua equipe, através de observadores, conforme detalhamos a seguir.

Definições básicas:Serão adotadas as seguintes definições para classificação das atividades de manutenção, utilizando-se o formulário de anotações
a) Categoria TRABALHO:

  • TRABALHO: Utilização real das mãos ou do corpo na execução de algo produtivo.
  • AJUDA: Auxílio secundário na execução de trabalho.
  • AGUARDAR: Estar junto ao serviço em execução e pronto para iniciar ou continuar o serviço/trabalho. Ou seja, na eminência de iniciar o serviço.

b) Categoria ATRASO:

ANDANDO: Movimentando-se entre 2 pontos:
Exemplos:
  • Andando para o local ou do local;
  • Andando para apanhar ferramentas;
  • Andando para apanhar materiais;
  • Andando para obter Permissões de Trabalho;

ESPERA: Colaborador parado devido a falta ou necessidade de:
  • Ferramentas;
  • Materiais;
  • Liberação de serviço;
  • Instrução da supervisão;
  • Equipamento de trabalho;
  • Outro colaborador.

GERAIS: Improdutividade devido a:
  • Antecipação de saída;
  • Retardamento da entrada;
  • Inatividade ou inércia;
  • Necessidades pessoais;

OUTROS: Improdutividade devido a:
  • Reunião;
  • Falta de EPI;
  • Ferramenta inadequada.

Método:
Utilizaremos o método de amostragem de trabalho por observações instantâneas.
Esse método, essencialmente probabilístico, baseia-se na distribuição de atividades produtivas e improdutivas constatadas através de observações instantâneas, feitas em locais de trabalho aleatoriamente escolhidos.

A confiabilidade do método é função da quantidade de observações e de perfeita caracterização das atividades produtivas e improdutivas.

A evolução dos fatores de improdutividade será feita mediante o estabelecimento de um padrão de referência (avaliação de referência) para comparações sucessivas mediante avaliações periódicas.

Critérios de observações:Visando manter as características probabilísticas os seguintes critérios deverão utilizados:

a) As amostragens deverão ser feitas em horários aleatórios, considerando-se o período de amostragem dentro do horário administrativo em vigor;

b) Não fazer observações à distância. Aguardar por proximidade do observado;

c) As rotas serão aleatórias e deverão abranger o maior número possível de observações.

d) Devem ser amostrados somente profissionais de execução (oficiais e ajudantes), excluindo gerencia, supervisão e líderes.

e) Não iniciar observações antes do ponto inicial da rota e dos horários estabelecidos;

f) Evitar hábitos repetitivos;

g) Não interromper a rota antes do ponto final e dos horários estabelecidos;

h) Não parar durante a rota de tal modo a fiscalizar locais;

i) Fazer observações visuais instantâneas. A primeira observação é a válida para a condição
TRABALHO ou ATRASO (improdutivo). Somente abordar para o caso de ATRASO, visando identificar o tipo de atraso;

j) Não observar o mesmo colaborador duas vezes na mesma amostragem, a não ser que o mesmo tenha mudado de atividade;

k) Não tomar qualquer ação objetivando modificar qualquer situação observada;

l) Em caso de dúvida sobre a atividade, solicitar esclarecimento ao observado. Não dissimular o propósito da avaliação de improdutividade. Todos os colaboradores deverão estar cientes do estudo e propósito da avaliação. Em nenhum momento anotar nomes ou matrículas de colaboradores observados, e deixar isso bem claro na reunião de início dos trabalhos, com ciência a todos os colaboradores;

m) A avaliação de improdutividade não deverá ser executada em semanas que hajam dias compensados, feriados, semana SIPAT e outras que podem descaracterizar a continuidade de serviço, visando não distorcer o resultado da avaliação.

Plano de Trabalho:

Quantidade mínima de observações.................. 1600
Quantidade de amostragens ...............................100
Quantidade de observadores................................20
Quantidade de amostragens por dia......................20
Quantidade de rotas.............................................20
Freqüência de avaliações periódicas................... trimestral
Estabelecimento de rotas .................................. ver lay out da empresa
Estabelecimento de horários ...............................depende do horário da empresa. Mas o ideal é criar nos horários de início e fim um menor intervalo de medição (cada meia hora, por exemplo

Estimativa de nível de confiança:Utilizado o valor de 95% de confiança dos resultados, ou seja, a probabilidade de que as observações ocasionais venham a representar os fatos é de 95%, e 5% correspondem a probabilidade de erro.

Admitindo a distribuição binomial temos:
          _____________
X = V P x (1-P)
                p -------------
N

Onde X = desvio padrão
p

P = percentagem de ocorrência (decimal)
N = número de observações
                         _________
Barns     X = 2 x V P x (1 - P)
                        P --------------
N

Admitindo X = 2,5% e P= 50%¨, temos
P
                      ___________
0,025 = 2 x V 0,5 x (1-0,5)
              ---------------
                       N,

Onde N = 1600 observações

Nota: Para X = 1,5% ---> N = 4440 e para X
P P = 1% --> N = 10.000

Assim admitindo-se 95% de confiabilidade e supondo P= 50%, precisamos efetuar 1.600 observações e o nível de precisões dos resultados será de mais ou menos (+-) de 25%, ou seja 47,5 menor ou igual à P e menor ou igual a 52,5

Apresentação de resultados:Os resultados obtidos ao final de todas as amostragens devem ser apresentados graficamente, de tal modo a explicar as principais características da avaliação.

Os indicadores encontrados na avaliação referência serão consideram de padrão de comparação para todas as avaliações periódicas.

Os níveis de confiança devem ser calculados com base nos percentuais de improdutividade e quantidade de observações.com o nível de precisão calculado como:
                __________
 S = 2 x V Px(1-P)

Um abraço.

William Dantas (21) 98104 1906   (21) 99778 4860  william@sgserv.com.br
www.sgserv.com.br      Canall no Youtube SGServ com Vídeos Aulas de Treinamento GRATUITO

Artigos - Engenharia de Manutenção e Prestação de Serviços

Prezados leitores 

Estamos iniciando uma nova fase no Blog SGServ com postagens de Artigos escritos por mim sobre Gestão de Manutenção e Prestação de Serviços.
Esperamos contar com o apoio de todos, seus comentários, suas sugestões e principalmente críticas. Somente com a avaliação e comentários de vocês é que podemos conseguir o processo de melhoria contínua da qualidade dos nossos textos e artigos.

O Blog SGServ de Manutenção e Prestação de Serviços visa apresentar e colocar em debate os diversos temas da Função Manutenção tais como o Planejamento, Organização, Controle, Execução de serviços, Engenharia de Manutenção, Suprimentos e todas as atividades inerentes a realização de serviços de manutenção em empresas, seja pelas equipes das próprias empresas assim como os Prestadores de Serviço. Incluídas as empresas especializadas na realização de serviços de manutenção e assistência técnica diversa.

Escolhi para início desse tema algumas definições importantes baseadas na Norma ABNT NBR 5462 de Novembro/1994 - Confiabilidade e Manutenabilidade. Essa norma tem como finalidade definir as relações entre falhas, defeitos e panes assim como padronizar todas as definições associadas a Função Manutenção. Achamos importantes essas definições para entender bem e de forma didática tudo que será abordado nesse espaço e nivelar o conhecimento dos leitores.

Definições estabelecidas pela NBR 5462:
Item:
"Qualquer Parte, Componente, Dispositivo, Subsistema, Unidade Funcional, Equipamento ou Sistema que possa ser considerado individualmente. "

Função Manutenção
"Combinação de todas as ações técnicas e administrativas, incluindo as de supervisão, destinadas a manter ou recolocar um item em estado no qual possa desempenhar uma função requerida.
Nota: A manutenção pode incluir a modificação de um item."

Definição de Defeito:
"Qualquer desvio das características de um item em relação a seus requisitos."

Interpretação e exemplo: Qualquer alteração das condições do item que não impede o desempenho da sua função, mesmo que parcialmente. Por exemplo: Aquecimento que não interfere na capacidade do item, vibração que também não interfere na capacidade do item de desempenhar sua função.

Definição de Falha:
"Término de um item desempenhar sua capacidade requerida."

Interpretação e exemplo: Qualquer ocorrência que impede parcial ou totalmente o item de desempenhar sua função a que foi destinado. Por exemplo:
Perda parcial da função: Uma bomba foi escolhida para a função requerida de bombear 200 litros por hora de um determindado produto e assim garantir uma capacidade de produção de determinada fábrica. Se ela está bombeando 180 litros por hora estará apresentando uma falha funcional.
Perda total: Quebrou o eixo da bomba parando de bombear. Com certeza esse item apresenta uma falha funcional.

Causa de Falha:
"Circunstâncias relativas ao projeto, fabricação ou uso que conduzem a falha."

Tipos de serviços de Manutenção:
A função manutenção na definição de execução de serviços pode ser dividida em:

Serviços Sistemáticos:
Aqueles serviços que são realizados periodicamente e sistematicamente, com o intuito de evitar a ocorrência de falhas. Normalmente tentam descobrir defeitos que podem se transformar em falhas.

Esses serviços podem ainda ser divididos em:
  • Manutenção Preventiva, que se realiza para prevenir a ocorrência de uma falha;
  • Manutenção Preditiva, que se realiza através de medição de parâmetros para determinar a época de ocorrência de uma falha e com isso realizar a manutenção preventiva antes que ocorra a falha;
  • Manutenções de Rotina, tais como inspeções, lubrificação etc., que estão incluídas na manutenção do tipo de prevenção para evitar a ocorrência de falhas;
Serviços Não-Sistemáticos:
Como o nome indica são aqueles serviços que não são realizados sistematicamente
Esses serviços podem ainda ser definidos em:
  • Manutenção Corretiva, que se destinam a corrigir as falhas. Ou seja, a Manutenção Corretiva sempre ocorre quando existem falhas;
  • Modificações de Manutenção, que se destinam a modificar um item para diminuir as possibilidades de defeitos e falhas. Nessa identificação estão as melhorias oriundas de estudos de Engenharia de Manutenção.
  • Projetos, Obras e Construções e Montagens en geral.
Esperamos que todos tenham entendido essas primeiras definições que permitirão o entendimento de várias condições, análises e principalmente orientações para toda a comunidade que se interessa pelo estudo fascinante dessa função Manutenção, pouco entendida por todos.

Qualquer dúvida e acréscimo de informações, façam os comentários desse artigo, mantenham contato comigo através:,

William Dantas (21) 98104 1906   (21) 99778 4860  william@sgserv.com.br
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Engenharia de Manutenção, prestando serviços na área de auditoria, consultoria, treinamentos, fornecimento e implementação do Software de Gerenciamento de Serviços e Manutenção (SGServ). Consulte o site http://www.sgserv.com.br/ para outras informações.

Realizamos para essa área de Manutenção treinamentos presenciais gratuitos no Rio de Janeiro, constando dentre outros não gratuitos:
  • Planejamento, Programação, Controle de Manutenção  e Prestação de Serviços(PPCMS);
  • Indicadores e relatórios Gerenciais de Manutenção e Prestação de Serviços;
  • Gestão de Orçamentos e Custos;
  • Manutenção Centrada em Confiabilidade (MCC ou RCM);
  • gestão de Manutenção e Prestação de Serviços.
Um grande abraço para todos e até o próximo artigo, com uma nova postagem relacionada a Manutenção e Prestação de Serviços. Abordaremos a questão sobre a melhor forma de controle e administração na Prestação de Serviços, seja de manutenção ou outros tipos de prestação de serviços. Até lá!

Artigo 000 - Indicadores de Reprogramação e Execução de Serviços

Indicadores de Reprogramação e Execução de Serviços

Na execução de prestação de serviços de qualquer natureza precisamos acompanhar através de Indicadores qual o nível de reprogramação e execução dos serviços planejados inicialmente.

Segue uma explicação da diferença entre o Planejamento de Serviços, Programação e Reprogramação de Serviços .
Com essas definições você pode gerar Relatórios Gerenciais de Indicadores importantes para saber como anda seu planejamento e programação de Ordens de Serviços (OS´s), sejam elas de manutenção ou mesmo de qualquer tipo de prestação de serviço.

1. Indicador de Programação:
O primeiro conceito é a definição do que está Planejado ou Previsto para uma semana/ano e o que realmente está Programado para realizar num determinado dia ou semana.

Há uma variação da forma de Programação diária ou semanal.
Programação Diária: São definidos e confirmados os serviços para cada dia da semana, e até horário do dia, com o devido controle diário da realização dos serviços executados. No final do dia são programados os serviços do dia seguinte;

Programação Semanal: São definidos e confirmados os serviços para toda a semana, com o controle semanal. Não controlando o que é Programado diariamente pelos próprios executores dentro da lista de programação da semana.
A empresa deve optar por qual sistema será adotado, de acordo com sua conveniência. Recomendamos que sempre que possível realize a Programação Diária.

O Planejamento para Serviços sistemáticos (na manutenção os serviços de preditiva, preventiva e rotinas) para uma semana do ano se dá através da definição da periodicidade, última intervenção, operosidade do ativo etc.
A diferença para a Programação desses serviços se dá pela definição exata de quando realmente vai ser feito, em razão de disponibilidade operacional, disponibilidade de recursos materiais e de terceiros, e nivelamento de recursos disponíveis etc. Depois de Programados os serviços sistemáticos deve-se emitir as respectivas OS´s e liberar para execução.

Convém diferenciar essas duas situações (Planejado e Programado) através de duas codificações distintas de situação de uma Ordem de Serviço (OS). Normalmente as empresas também controlam a reprogramação dos serviços, com a utilização de uma terceira codificação (Reprogramado) para ter o indicador de reprogramações. Importante seus indicadores não serem em função de quantidades de OS´s e sempre em hh´s (homens-horas) das OS´s. A Quantidade de OS´s não significa muito e sim a carga de trabalho que é melhor expressa na grandeza homem-hora.

Esse indicador pode ser obtido por encarregado de equipe (responsável) e/ou por setor responsável pela execução dos serviços. É importante se preocupar mais com a programação.
O que foi Planejado foi realmente Programado para aquela semana? O que foi Programado para semana ou dia: E finalmente se foi realizado realmente quando estava Programado (semana ou dia).

Esse indicador também pode ser obtido para as OS´s Não Sistemáticas (chamadas de assistência técnica, manutenções corretivas, melhorias de manutenção, obras etc.). Nesse caso é bom separar os indicadores de OS´s Sistemáticas do indicador de OS´s Não Sistemáticas para saber sobre o cumprimento do Plano Sistemático de serviços e das correções de falhas em manutenções corretivas programadas.

Para obter esses dados basta filtrar e listar no seu software de Gerenciamento de Serviços, as OS´s de acordo com as Codificações de Situações de Serviço das OS´s e calcular o índice de seu indicador.

2. Indicador de Execução de Serviços:
Depois de Planejado, Programado, Reprogramado e finalmente iniciada a Execução ainda poderá haver Reprogramações e isso deve ser considerado no indicador acima.

Para o controle de Execução dos Serviços, o melhor é obter esse indicador por encarregado ou responsável pela execução e/ou até pelo setor responsável pela execução. É melhor do que o controle por profissionais executantes da OS. Assim se existem 1000 hh´s estimados programados para execução das OSs para um encarregado num determinado período, ao final do período obtém-se a quantidade de hh´s reais gastos/apropriados da equipe naquelas OS´s do encarregado. Para obter esses dados basta filtrar e listar as OS´s de acordo com as Codificações de Situações de Serviço das OS´s.

Se utilizarem no indicador a quantidade de OS´s, poderá ocorrer uma preferência para execução de maior quantidade de OS´s com poucos homens-horas (mais fáceis de realizar) do que poucas OS´s com maior quantidade de homens-horas (mais importantes e necessárias).

Observem que com a adoção dos dois indicadores vocês terão o acompanhamento desde o Planejamento até o final da Execução. Isso é importante, pois às vezes se utilizar só o indicador 1 acima, poderá não perceber que a equipe está deixando de executar as OS´s com produtividade devido as constantes Reprogramações, por falta de recursos materiais e terceiros, liberação dos serviços para execução, má coordenação de planejamento e até de execução por parte dos encarregados ou setores. Depois de avaliado de forma macro você pode identificar os executantes com baixa produtividade, por encarregado e por setor.

Para obter esses dados basta filtrar e listar no seu software de Gerenciamento de Serviços, as OS´s de acordo com as Codificações de Situações de Serviço das OS´s e calcular o índice de seu indicador.

Esperamos que tenham aproveitando essas dicas de planejamento de serviço e obtenção de Indicadores de “Performance” de realização de Serviços. Se necessitar de algum auxílio para implementar esses Relatórios e Indicadores, envie e-mail para dantas@wrcengenharia.com.br, com suas dúvidas ou a necessidade de auxílio desejado.

Segue uma explicação da diferença entre o Planejamento de Serviços, Programação e Reprogramação de Serviços .
Com essas definições você pode gerar Relatórios Gerenciais de Indicadores importantes para saber como anda seu planejamento e programação de Ordens de Serviços (OS´s), sejam elas de manutenção ou mesmo de qualquer tipo de prestação de serviço.

Há uma variação da forma de Programação diária ou semanal.
Programação Diária: São definidos e confirmados os serviços para cada dia da semana, e até horário do dia, com o devido controle diário da realização dos serviços executados. No final do dia são programados os serviços do dia seguinte;

Programação Semanal: São definidos e confirmados os serviços para toda a semana, com o controle semanal. Não controlando o que é Programado diariamente pelos próprios executores dentro da lista de programação da semana.
A empresa deve optar por qual sistema será adotado, de acordo com sua conveniência. Recomendamos que sempre que possível realize a Programação Diária.

O Planejamento para Serviços sistemáticos (na manutenção os serviços de preditiva, preventiva e rotinas) para uma semana do ano se dá através da definição da periodicidade, última intervenção, operosidade do ativo etc.
A diferença para a Programação desses serviços se dá pela definição exata de quando realmente vai ser feito, em razão de disponibilidade operacional, disponibilidade de recursos materiais e de terceiros, e nivelamento de recursos disponíveis etc. Depois de Programados os serviços sistemáticos deve-se emitir as respectivas OS´s e liberar para execução.

Convém diferenciar essas duas situações (Planejado e Programado) através de duas codificações distintas de situação de uma Ordem de Serviço (OS). Normalmente as empresas também controlam a reprogramação dos serviços, com a utilização de uma terceira codificação (Reprogramado) para ter o indicador de reprogramações. Importante seus indicadores não serem em função de quantidades de OS´s e sempre em hh´s (homens-horas) das OS´s. A Quantidade de OS´s não significa muito e sim a carga de trabalho que é melhor expressa na grandeza homem-hora.

Esse indicador pode ser obtido por encarregado de equipe (responsável) e/ou por setor responsável pela execução dos serviços. É importante se preocupar mais com a programação.
O que foi Planejado foi realmente Programado para aquela semana? O que foi Programado para semana ou dia: E finalmente se foi realizado realmente quando estava Programado (semana ou dia).

Esse indicador também pode ser obtido para as OS´s Não Sistemáticas (chamadas de assistência técnica, manutenções corretivas, melhorias de manutenção, obras etc.). Nesse caso é bom separar os indicadores de OS´s Sistemáticas do indicador de OS´s Não Sistemáticas para saber sobre o cumprimento do Plano Sistemático de serviços e das correções de falhas em manutenções corretivas programadas.

Para obter esses dados basta filtrar e listar no seu software de Gerenciamento de Serviços, as OS´s de acordo com as Codificações de Situações de Serviço das OS´s e calcular o índice de seu indicador.

Esperamos que tenham aproveitando essas dicas de planejamento de serviço e obtenção de Indicadores de “Performance” de realização de Serviços. Se necessitar de algum auxílio para implementar esses Relatórios e Indicadores, envie e-mail para dantas@wrcengenharia.com.br, com suas dúvidas ou a necessidade de auxílio desejado.

Obrigado,

William Dantas (21) 98104 1906   (21) 99778 4860  william@sgserv.com.br
www.sgserv.com.br      Canall no Youtube SGServ com Vídeos Aulas de Treinamento GRATUITO
Especializada em Engenharia de Manutenção e Software de Gerenciamento de Serviços (SGServ)

Artigo 001 - Datas e horas da realização de uma prestação de serviço

Prezados colegas dando continuidade a nossa coluna, trago para vocês, novas definições e informações importantes para quem presta serviços em geral. Essas definições podem ser aplicadas na manutenção, em uma empresa cliente, ou mesmo na prestação de serviços de qualquer natureza, em que também possa ser utilizada uma Ordem de Serviço (OS) para controlar os serviços prestados.

Quase toda a atividade de prestação de serviços pode ser utilizada uma Ordem de Serviço (OS). Podemos considerar isso em diversos segmentos, tais como:
  • Manutenção industrial e predial de empresas;
  • Área industrial de produção, nesse caso com Ordem de Serviço de Produção;
  • Assistência Técnica de qualquer fabricante;
  • Reparos diversos;
  • Serviços diversos, como cabeleireiro, lavanderia, entrega em casa (“delivery”), e serviços em geral.
Com certeza todos esses serviços devem ser controlados e têm uma solicitação, um planejamento, uma execução, um controle, acompanhamento, apropriação de custos, relatórios diversos etc.

Algumas definições são importantes, como as datas e horas de realização das diversas atividades e seqüências na condução dos serviços. Essas datas e horas poderão ser anotadas nas respectivas Ordens de Serviço (OS). Veja a seguir algumas datas que você deve se preocupar daqui para frente no controle dos seus serviços.

Data/hora de comunicado:
A primeira data/hora é a data/hora de solicitação do serviço. Aquela data/hora em que foi comunicada ao prestador de serviço a necessidade do serviço. Essa data/hora será muito importante para definir o tempo médio de seu atendimento, com relação aos serviços solicitados pelos seus clientes. O intervalo entre essa data/hora e a data do primeiro atendimento (data/hora de apropriação do colaborador que iniciou o serviço), nas diversas OS´s, formará a média do atendimento aos clientes.

Data/hora de abertura da Ordem de Serviço (OS):
É a data/hora de emissão da OS. Às vezes, a emissão da OS não ocorre no mesmo horário e até dia em que foi comunicada a necessidade do serviço. Existem casos em que as solicitações são anotadas em formulários em papel para depois serem cadastradas nas OS´s. Essas datas/horas também podem ser obtidas automaticamente por um sistema de controle de OS´s, como manutenções preventivas, ou sistemáticas em geral.

Data/hora de ocorrência:
Quando há uma ocorrência qualquer e não necessariamente a ocorrência de uma falha ou defeito. Essa data/hora serve para indicar a data em que aconteceu algo.

Data/hora de início de uma Falha ou Defeito:
Aproveitando o conceito de Falha e Defeito, no artigo anterior da coluna Café com Manutenção, essa data/hora é importante para as análises de ativos e o início da falha ou defeito em um ativo, equipamento ou instalação. É uma data/hora importante para o indicador Tempo Médio Entre Falhas (TMEF) ou MTBF em inglês. Também é uma data/hora importante para Tempo de Indisponibilidade do ativo em razão do serviço e o Tempo Médio De Reparo (TMDR) etc.

Data/hora de liberação para o serviço ou data/hora em que o serviço foi liberado:
É uma data informativa que serve para planejar e programar o início de execução de um serviço. Tanto serve para anotar a previsão de liberação e por quem informou, como também para informar quando foi liberado e quem liberou para iniciar o serviço. Esse tipo de informação é muito importante para serviços de manutenção em locais com extremo perigo e que necessitam esse tipo de informação para a não ocorrência de acidentes.

Data/hora de programação de início do serviço:
É a data/hora que define quando vai iniciar o serviço ou pelo menos quando está programado para iniciar. Normalmente quando se programa uma data/hora para iniciar um serviço é sinal que já foram identificadas todas as necessidades de recursos necessários para executar o serviço, em comparação com as disponibilidades de recursos. Entendem-se recursos, aqueles itens referentes à mão-de-obra, materiais, serviços contratados, contratos e outros recursos diversos. Lembrar sempre que todo recurso é finito e é uma das principais restrições a execução.

Data/hora de previsão de término:
É a data/hora prevista para a conclusão do serviço, baseada na data de planejamento, recursos existentes, prioridade confirmada etc. É importante frisar que essa data/hora expressa realmente uma previsão que pode ser alterada, de acordo com novas condições.

Data/hora de início do serviço ou apropriação da mão-de-obra:
É a data/hora a ser apropriada do primeiro colaborador que iniciou o serviço. Como informado acima, com relação à data/hora de comunicado, essa data/hora serve para obter o indicador de Tempo Médio De Atendimento para execução de um serviço.

Data/hora de término do serviço:
É a última data/hora que o último colaborador realizou serviço em uma Ordem de Serviço. Assim como a data/hora anterior, essa data/hora é obtida com a apropriação de mão-de-obra. Essa data/hora menos a data/hora de início do serviço serve para determinar o indicador de Tempo Médio de Realização de Serviço (TMRS).

Data/hora de apropriação de material utilizado do estoque:
É a data/hora em que um determinado material foi retirado do estoque e utilizado no serviço, através de uma apropriação de material de estoque.

Data/hora de Solicitação de uma Compra de material ou serviço (SC):
É a data/hora de emissão da Solicitação de Compra de material ou serviço especificamente para um determinado serviço (OS).

Data/hora de recebimento de um material ou serviço comprado através de uma Ordem de Compra (OC):
É a Data/hora em que o material ou serviço comprado foi recebido para uma determinada prestação de serviço.

Data/hora de apropriação de contratos com fornecedores:
É a data/hora, às vezes determinada por período, com intervalo entre datas, que se realizou um serviço com um fornecedor.

Data/hora de realização de despesas diversas:
É a data/hora, às vezes determinada por período, com intervalo entre datas, em que se realizou uma despesa qualquer que não possa ser classificada com compra ou contratação específica sem contrato etc.

Data de um faturamento (período de faturamento):
Período entre datas que é considerado para o faturamento. Essas datas devem estar no mesmo período de apropriação de todas as despesas, para o controle gerencial pelo regime de competência. Veremos isso com mais detalhes em outro artigo sobre Controle Gerencial de Orçamentos e Custos.

Data/hora de aceite de um serviço:
Muitos confundem essa data/hora com o data/hora de término de serviço. A data/hora de término representa a conclusão do serviço. A data/hora de aceite é aquela em que o cliente aceita o serviço. Para exemplificar vamos verificar isso com relação a uma empresa de reparos de aparelhos eletrodomésticos. Quando o técnico termina o serviço e coloca à disposição do cliente para apanhar o aparelho é a data/hora de término. Quando o cliente chega, testa e leva o eletrodoméstico consertado é a data/hora de aceite.

Pessoal, acredito que não imaginavam a existência real de tantas datas e horas inerentes a uma prestação de serviço de qualquer natureza. Ainda existem outras datas e horas para alguns casos específicos que poderemos mencionar em outros artigos, em determinadas condições.

Mesmo que não utilizem qualquer documento chamado de Ordem de Serviço (OS), ou com outro nome, ou mesmo outros documentos como Solicitação de Compra, Pedido ou Ordem de Compra, contratos etc., com certeza existem essas datas e horas que às vezes não percebemos, em todas as prestações de serviço. Até um profissional que realiza o serviço de tatuagens em uma loja ou mesmo numa praia, como ambulante, todas essas datas e horas existem na sua prestação de serviço. É lógico que temos que analisar a utilização de registros dessas datas e horas para o nosso negócio.

Espero que todos tenham entendido as definições importantes acima que nos ajudarão a entender uma série de outras informações e registros a serem utilizados no planejamento, controle e acompanhamento de serviços, em próximos artigos.

Estou à disposição para esclarecimentos através dos seguintes contatos:

William Dantas (21) 98104 1906   (21) 99778 4860  william@sgserv.com.br
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